O humorista Eduardo Madeira vem à Mata Nacional do Bussaco plantar uma árvore, que irá integrar o "Trilho dos Famosos".

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Convento de Santa Cruz e Capelas da Via-Sacra reabilitados com investimento de um milhão de euros

Foi inaugurada, esta manhã, a obra de "Requalificação e valorização da Mata Nacional do Bussaco - Recuperação do Convento de Santa Cruz e Capelas dos Passos da Via-Sacra", um investimento global de cerca de um milhão de euros. A empreitada, adjudicada a uma empresa especializada na reabilitação, conservação e restauro do património construído, englobou trabalhos de conservação e restauro em fachadas, paredes e tetos interiores, recuperação de vãos interiores e exteriores, recuperação de coberturas e intervenções pontuais de correção em drenagem de águas pluviais e em pavimentos. Toda a empreitada, iniciada em março de 2018, obedeceu aos projetos aprovados pela Direção Regional da Cultura do Centro. O investimento global rondou um milhão de euros, sendo uma parte suportada por fundos comunitários (Programa Centro 2020) e outra pela Câmara Municipal da Mealhada. Rui Marqueiro, presidente da Câmara Municipal da Mealhada, sublinhou que a reabilitação e preservação da Mata Nacional do Bussaco será sempre uma prioridade para a Autarquia, adiantando que as próximas áreas a intervencionar serão as garagens do Palace, o chalet de Santa Teresa e a igreja do Convento de Santa Cruz. A secretária de Estado da Cultura, Ângela Ferreira, que inaugurou as obras, sublinhou o compromisso transversal que deve existir em torno do património. "Se nesta visão com que nos comprometemos, o património deve ser também um veículo transformador da sociedade e dos territórios, se o património é verdadeiramente de todos, então o património requer os esforços de todos. Dar futuro ao património e, dessa forma, à cultura de um país, compromete-nos a todos", referiu.Também presente na inauguração, o Bispo de Coimbra, D. Virgílio Antunes, destacou o "valor ímpar do Bussaco como um todo, absolutamente distinto no país e no mundo" e enalteceu "o projeto que tem vindo a ser realizado com a colaboração de muitas entidades públicas e privadas". Recorde-se que os imóveis reabilitados são património do Estado, encontrando-se os mesmos afetos à Fundação Mata do Bussaco há cerca de 10 anos, por via do usufruto constituído por força do Decreto-Lei n.º 120/2009, de 19 de maio. Contudo, para que as obras avançassem de facto - algo commumente aceite por todos como urgente há vários anos -, teve a Câmara da Mealhada de se substituir ao papel do próprio Estado.

Bussaco, 19 de julho de 2019

Colaboradores e responsáveis das lojas Auchan de Aveiro, Coimbra, Eiras e Figueira da Foz estiveram, hoje, a realizar uma ação de voluntariado na Mata Nacional do Bussaco. A iniciativa, que teve lugar na zona do Pinhal do Marquês, envolveu cerca de duas dezenas de pessoas em ações de combate a espécies invasoras - na sua maioria acácias -, arranque e descasque, bem como na remoção de material lenhoso seco e potencialmente perigoso para esta época do ano. O Grupo Auchan - por intermédio da sua "Fundação Jumbo para a Juventude" - mantém uma relação especial de amizade e de colaboração com a Fundação Mata do Bussaco, tendo, inclusive, no passado recente, desenvolvido diversos projetos de parceria institucional, como o Projeto Mataboo e o evento "Abraçar a Mata do Bussaco".

Bussaco, 17 de julho de 2019

O Catrapim e a Fundação Mata do Bussaco (FMB) receberam o prémio "Quem Faz Bem - Donativo Participativo 2019", que foi entregue à FMB, na cerimónia de inauguração da 3ª edição do Catrapim, pelo diretor do balcão da Mealhada do banco Santander Portugal, Pedro Carvalho. Estavam na corrida a este prestigiado prémio cerca de 300 projetos a nível nacional (continente e ilhas), sendo que o Bussaco foi o único a merecer distinção na área do ambiente/natureza.

Bussaco, 11 de julho de 2019

 

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caminhadas agosto

BOSQUE MADIBA APRESENTADO DIA 18 DE JULHO NO BUSSACO

A apresentação pública do projeto que visa a criação do Bosque Madiba, na Mata Nacional do Bussaco, um bosque que procura homenagear e perpetuar o legado de Nelson Mandela, está marcada para dia 18 de julho, às 15h, na Sala dos Brasões, no Palácio do Bussaco, no concelho da Mealhada. A apresentação contará com a presença de Ndaba Mandela, neto do ex-presidente da África do Sul e dirigente da Fundação Africa Rising. 

A data de lançamento do projeto do Bosque Madiba (18 de julho) coincide com o Dia Internacional Nelson Mandela, instituído pela Organização das Nações Unidas como forma de valorizar em todo o mundo a luta pela liberdade, pela justiça e pela democracia.

O protocolo, que une a Fundação Mata do Bussaco, a Câmara Municipal da Mealhada e a Associação Patrulheiros e que foi assinado no passado dia 27 de junho, na Mealhada, prevê a criação do Bosque Madiba, um espaço único que será localizado numa das áreas destruídas pela passagem da tempestade Leslie em 2018 (junto ao Parque dos Leões, na Mata do Bussaco) e contará a história de vida de Nelson Mandela, usando, para o efeito, árvores autóctones. No local, serão plantadas 100 árvores, numeradas de 1 a 100, com momentos históricos do líder sul-africano, comemorando o centenário de um dos maiores símbolos dos Direitos Humanos no mundo. 

No Bosque Madiba, os visitantes poderão estar em perfeito convívio com a natureza do local, onde uma silhueta gigante de Mandela, criada no solo com materiais naturais reaproveitados, poderá ser vista do ar. 

Associado ao Bosque há uma série de iniciativas a desenvolver, nomeadamente a criação do Parque POP – Programa Operacional Pedalar, que possibilitará aos mais novos darem os primeiros passos de bicicleta, e o desenvolvimento de um projeto de Educação Para a Cidadania intitulado “O legado de Mandela”, dirigido à comunidade escolar, durante o ano letivo 2019/2020. 

A Mealhada foi a grande vencedora na corrida para receber a instalação deste projeto único, sendo que uma das razões que determinou esta decisão teve a ver com a candidatura da Mata Nacional do Bussaco a Património Mundial da UNESCO e com o enorme esforço do Município e a Fundação Mata do Bussaco (FMB) em alcançarem este objetivo. Na perspetiva da FMB e da Câmara Municipal da Mealhada, o Bosque Madiba poderá alavancar a estratégia municipal de constituir um projeto diferenciador de atratividade e visibilidade para o concelho da Mealhada, a nível nacional e internacional. 

A inauguração do bosque acontecerá em julho de 2020. 

Bussaco, 10 de julho de 2019

A Presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDRC), Ana Abrunhosa, acompanhada por Rui Marqueiro, Presidente da Câmara Municipal da Mealhada, e por António Gravato, Presidente da Fundação Mata do Bussaco, visitou o Convento de Santa Cruz do Bussaco, recentemente requalificado, e as obras de melhoramento e requalificação das capelas e estruturas da Via-Sacra.

A responsável pela CCDRC, antes de se ausentar, ainda teve tempo para visitar a tuia que plantou na Fonte do Carregal, em 2015, e de deixar uma mensagem de reconhecimento pelo trabalho realizado, ressalvando a "importância de proteger o vasto e precioso património artístico e cultural do Bussaco".

 
Bussaco, 24 de maio de 2019
 
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Colaboradores da Água de Luso plantam 750 árvores na Mata Nacional do Bussaco
Trinta colaboradores da equipa de eventos da Sociedade Central de Cervejas (SCC) plantaram 750 árvores, ontem, na Mata Nacional do Bussaco, no âmbito de uma ação de voluntariado promovida pela Fundação Mata do Bussaco em parceria com a Sociedade da Água de Luso.
Nesta primeira de quatro ações de voluntariado já agendadas pela SCC para 2019, os funcionários do grupo empresarial que detém a Água de Luso, provenientes das equipas de Lisboa, Porto, Faro, Évora e Viseu, plantaram carvalhos cerquinho, alvarinho e negral, sobreiros, azinheiras, abetos, folhados, azevinhos, azereiros, medronheiros, castanheiros, aveleiras, bétulas, loureiros, tuyas, pinheiros, lodões, cedros do Bussaco, metasequoias, casuarinas, freixos, pilriteiros e adernos. 
Recorde-se que todas as árvores ontem plantadas no Bussaco foram oferecidas pela Sociedade da Água de Luso à Fundação Mata do Bussaco, no âmbito de uma parceria que prevê a plantação de 35 mil árvores, até dezembro, nesta Mata que é Monumento Nacional candidato a Património Mundial da UNESCO.
A oferta das 35 mil árvores por parte da Água de Luso está relacionada com o desafio que a marca lançou, há poucas semanas, aos participantes na Meia Maratona de Lisboa – “uma inscrição vale uma árvore no Bussaco” -  com o objetivo da “reflorestação e preservação do património hídrico do Luso”. Todas as ações de voluntariado, com plantações, que irão decorrer, até ao final de 2019, no Bussaco, irão contar com “árvores Água de Luso”.
“Temos como missão e compromisso proteger o ecossistema da Serra do Bussaco e esta ação contribuirá de forma relevante e essencial para a sua preservação e consequentemente da Água de Luso”, explica Maria Oliveira, responsável pelo departamento de marketing da Água de Luso.
“Quando chove na Serra do Bussaco, a água continua muito para além da superfície. É filtrada não apenas pela terra, mas pelas árvores e pelas rochas, e volta a ascender centenas de anos depois, até brotar de novo à superfície de forma natural”, descreve a empresa. 
Assim sendo, as árvores e as raízes têm um papel importante neste ciclo, uma vez que “são essenciais no processo de retenção da água precipitada e para o processo de purificação da água infiltrada”, acrescenta a mesma fonte, justificando que “esta é uma forma de retribuir à Serra aquilo que ela nos oferece, conservando o ciclo perfeito da Água de Luso”.
 
Bussaco, 28 de março de 2019
 
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