BOSQUE MADIBA APRESENTADO DIA 18 DE JULHO NO BUSSACO

A apresentação pública do projeto que visa a criação do Bosque Madiba, na Mata Nacional do Bussaco, um bosque que procura homenagear e perpetuar o legado de Nelson Mandela, está marcada para dia 18 de julho, às 15h, na Sala dos Brasões, no Palácio do Bussaco, no concelho da Mealhada. A apresentação contará com a presença de Ndaba Mandela, neto do ex-presidente da África do Sul e dirigente da Fundação Africa Rising. 

A data de lançamento do projeto do Bosque Madiba (18 de julho) coincide com o Dia Internacional Nelson Mandela, instituído pela Organização das Nações Unidas como forma de valorizar em todo o mundo a luta pela liberdade, pela justiça e pela democracia.

O protocolo, que une a Fundação Mata do Bussaco, a Câmara Municipal da Mealhada e a Associação Patrulheiros e que foi assinado no passado dia 27 de junho, na Mealhada, prevê a criação do Bosque Madiba, um espaço único que será localizado numa das áreas destruídas pela passagem da tempestade Leslie em 2018 (junto ao Parque dos Leões, na Mata do Bussaco) e contará a história de vida de Nelson Mandela, usando, para o efeito, árvores autóctones. No local, serão plantadas 100 árvores, numeradas de 1 a 100, com momentos históricos do líder sul-africano, comemorando o centenário de um dos maiores símbolos dos Direitos Humanos no mundo. 

No Bosque Madiba, os visitantes poderão estar em perfeito convívio com a natureza do local, onde uma silhueta gigante de Mandela, criada no solo com materiais naturais reaproveitados, poderá ser vista do ar. 

Associado ao Bosque há uma série de iniciativas a desenvolver, nomeadamente a criação do Parque POP – Programa Operacional Pedalar, que possibilitará aos mais novos darem os primeiros passos de bicicleta, e o desenvolvimento de um projeto de Educação Para a Cidadania intitulado “O legado de Mandela”, dirigido à comunidade escolar, durante o ano letivo 2019/2020. 

A Mealhada foi a grande vencedora na corrida para receber a instalação deste projeto único, sendo que uma das razões que determinou esta decisão teve a ver com a candidatura da Mata Nacional do Bussaco a Património Mundial da UNESCO e com o enorme esforço do Município e a Fundação Mata do Bussaco (FMB) em alcançarem este objetivo. Na perspetiva da FMB e da Câmara Municipal da Mealhada, o Bosque Madiba poderá alavancar a estratégia municipal de constituir um projeto diferenciador de atratividade e visibilidade para o concelho da Mealhada, a nível nacional e internacional. 

A inauguração do bosque acontecerá em julho de 2020. 

Bussaco, 10 de julho de 2019

A Presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDRC), Ana Abrunhosa, acompanhada por Rui Marqueiro, Presidente da Câmara Municipal da Mealhada, e por António Gravato, Presidente da Fundação Mata do Bussaco, visitou o Convento de Santa Cruz do Bussaco, recentemente requalificado, e as obras de melhoramento e requalificação das capelas e estruturas da Via-Sacra.

A responsável pela CCDRC, antes de se ausentar, ainda teve tempo para visitar a tuia que plantou na Fonte do Carregal, em 2015, e de deixar uma mensagem de reconhecimento pelo trabalho realizado, ressalvando a "importância de proteger o vasto e precioso património artístico e cultural do Bussaco".

 
Bussaco, 24 de maio de 2019
 
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Colaboradores da Água de Luso plantam 750 árvores na Mata Nacional do Bussaco
Trinta colaboradores da equipa de eventos da Sociedade Central de Cervejas (SCC) plantaram 750 árvores, ontem, na Mata Nacional do Bussaco, no âmbito de uma ação de voluntariado promovida pela Fundação Mata do Bussaco em parceria com a Sociedade da Água de Luso.
Nesta primeira de quatro ações de voluntariado já agendadas pela SCC para 2019, os funcionários do grupo empresarial que detém a Água de Luso, provenientes das equipas de Lisboa, Porto, Faro, Évora e Viseu, plantaram carvalhos cerquinho, alvarinho e negral, sobreiros, azinheiras, abetos, folhados, azevinhos, azereiros, medronheiros, castanheiros, aveleiras, bétulas, loureiros, tuyas, pinheiros, lodões, cedros do Bussaco, metasequoias, casuarinas, freixos, pilriteiros e adernos. 
Recorde-se que todas as árvores ontem plantadas no Bussaco foram oferecidas pela Sociedade da Água de Luso à Fundação Mata do Bussaco, no âmbito de uma parceria que prevê a plantação de 35 mil árvores, até dezembro, nesta Mata que é Monumento Nacional candidato a Património Mundial da UNESCO.
A oferta das 35 mil árvores por parte da Água de Luso está relacionada com o desafio que a marca lançou, há poucas semanas, aos participantes na Meia Maratona de Lisboa – “uma inscrição vale uma árvore no Bussaco” -  com o objetivo da “reflorestação e preservação do património hídrico do Luso”. Todas as ações de voluntariado, com plantações, que irão decorrer, até ao final de 2019, no Bussaco, irão contar com “árvores Água de Luso”.
“Temos como missão e compromisso proteger o ecossistema da Serra do Bussaco e esta ação contribuirá de forma relevante e essencial para a sua preservação e consequentemente da Água de Luso”, explica Maria Oliveira, responsável pelo departamento de marketing da Água de Luso.
“Quando chove na Serra do Bussaco, a água continua muito para além da superfície. É filtrada não apenas pela terra, mas pelas árvores e pelas rochas, e volta a ascender centenas de anos depois, até brotar de novo à superfície de forma natural”, descreve a empresa. 
Assim sendo, as árvores e as raízes têm um papel importante neste ciclo, uma vez que “são essenciais no processo de retenção da água precipitada e para o processo de purificação da água infiltrada”, acrescenta a mesma fonte, justificando que “esta é uma forma de retribuir à Serra aquilo que ela nos oferece, conservando o ciclo perfeito da Água de Luso”.
 
Bussaco, 28 de março de 2019
 
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O Catrapim - Festival de Artes para Crianças foi distinguido, hoje, com o "Prémio Empreendedorismo 2018", atribuído pela Fundação Luso, pelo 10º ano consecutivo, a "projetos do concelho da Mealhada, com implementação na vila do Luso, potenciadores do desenvolvimento económico da região".
“É uma honra receber tão importante galardão de uma instituição insuspeita e prestigiada como é a Fundação Luso, ainda para mais sabendo nós que todos os anos há sempre uma série de candidatos de grande valor”, afirmou, no final da cerimónia decorrida no Casino de Luso, o presidente da Fundação Mata do Bussaco (FMB), António Gravato.
Recorde-se que o Catrapim é um festival que a FMB promove, há dois anos consecutivos, na Mata Nacional do Bussaco (Monumento Nacional candidato a Património Mundial da UNESCO), e que junta vários tipos de artes (teatro, magia, showcooking, malabarismo, palhaços, música, marionetas, jogos e muito mais) com a cultura ambiental, de defesa incondicional da floresta, da Natureza. 
Este ano, o festival teve um “extra” muito importante: a organização do Catrapim ensinou as crianças a poupar água e a preservar os recursos hídricos.
Tal como havia acontecido em 2017, este ano, durante dois dias, mais de meia centena de artistas profissionais (teatro, música, marionetas, arte circense, etc.) apresentarem espetáculos, durante 4 horas/dia, em dez palcos dispersos por esta floresta pública da freguesia de Luso (Mealhada), que atraíram cerca de 30 mil visitantes (mais 10 mil do que em 2017).
Ao todo, foram apresentados mais de 70 espetáculos, sendo que um deles, de elevadíssima qualidade, esteve a cargo de uma prestigiada escola de arte circense da cidade de São Paulo (Brasil). Em 2017, a FMB deu a oportunidade a 300 crianças de condições sociais desfavorecidas, de Coimbra, de pela primeira vez nas suas vidas vestirem a pele de atores, com o apoio de uma produção artística profissional. 
Tal como já havia acontecido em 2017, este ano o acesso a todos os espetáculo voltou a ser gratuito nos dois dias do certame. 
A produção de todos os espetáculos esteve a cargo da prestigiada Associação Escolíadas, que tem 28 anos de experiência em eventos desta natureza. 
Tal como já havia acontecido em 2017, a edição deste ano foi novamente inaugurada pelo Secretário de Estado da Juventude e do Desporto, João Paulo Rebelo, que não se cansou de elogiar o evento e afirmar que uma iniciativa desta natureza devia ser replicada noutros pontos do país. 
O Catrapim é uma ideia original da Fundação Mata do Bussaco que foi submetida, em 2016, a uma candidatura da Fundação Jumbo para a Juventude e que mereceu rasgados elogios do júri que avaliou centenas de outras candidaturas. Por isso, a Fundação Jumbo para a Juventude acabou por premiar o projeto.
Este evento artístico é o único, a nível nacional, que junta as artes com a responsabilidade ambiental, com a sustentabilidade, com uma cultura de defesa e preservação do meio ambiente, do Planeta.
O Catrapim é claramente potenciador do desenvolvimento económico da freguesia de Luso e da região. E está de tal maneira já enraizado na comunidade local e regional que a 3ª edição está já marcada para 29 e 30 de junho de 2019.
Em 2018, recorde-se, o Catrapim contou com os apoios, entre outros, do Instituto de Conservação da Natureza e Florestas (ICNF), Câmara Municipal da Mealhada, Águas de Penacova, Escola Profissional Vasconcellos Lebre, Grande Hotel de Luso, Águas do Centro Litoral, associação Escolíadas, companhia de teatro Viv’Arte, Cruz Vermelha Portuguesa-Delegação da Mealhada.
 
Bussaco, 8 de outubro de 2018

Hoje, elementos do Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente (SEPNA) do Destacamento da GNR de Anadia, o comandante do referido Destacamento, o comandante da GNR da Mealhada e alguns militares deste posto plantaram árvores na Mata Nacional do Bussaco.

A Fundação Mata do Bussaco agradece a simpatia da GNR e enaltece a disponibilidade e o interesse manifestados pelo SEPNA no estabelecimento de uma relação de proximidade mais profícua entre as duas instituições.

Bussaco, 21 de março de 2017

- Músico e mágico elogiaram a imponência da Mata Nacional

Rui Veloso e Luís de Matos plantaram duas árvores, ontem à tarde, na Mata Nacional do Bussaco (Luso, Mealhada) e não pouparam rasgados elogios à imponência e ao esplendor da floresta e do seu património edificado.
O músico do Porto plantou um azereiro (Prunus lusitanica), na Fonte do Carregal, junto ao Palácio do Bussaco. Logo de seguida, mesmo ao lado, a meia dúzia de metros de distância, o mágico plantou um cedro (Cupressus lusitanica).
As plantações decorreram num ambiente de grande animação e bom humor, sob a presença dos presidentes da Câmara Municipal da Mealhada, Rui Marqueiro, e da Fundação Mata do Bussaco, António Gravato, e de um grupo de fãs das duas figuras públicas.
Um fã de Rui Veloso brincou com o músico e compositor, provocando-o em alta voz, com sotaque a denunciar a sua origem do norte: “não percebes nada de agricultura. Nem sabes pegar numa enxada!”. O músico não perdeu tempo a responder, provocando risos nos presentes: “anda cá que eu ensino-te a pegar numa guitarra!”.
Já Luís de Matos mostrou mais jeito para plantar árvores e, por isso, ouviu algumas “bocas” de Rui Veloso: “vê lá se fazes desaparecer a minha árvore!”. Recorde-se que o ilusionista tem o curso de Produção Agrícola e chegou mesmo a ser docente na Escola Superior Agrária de Coimbra.
Esta iniciativa de plantação de árvores enquadra-se no projeto de reflorestação que a FMB tem vindo a desenvolver na referida Mata Nacional, que é candidata à classificação de Património Mundial da UNESCO e foi a primeira floresta pública portuguesa a receber a certificação FSC (gestão florestal ambientalmente adequada, socialmente benéfica e economicamente viável).
Pedro Abrunhosa, Marisa Liz (Amor Electro), Assunção Cristas, Maria de Belém, José Cid, Rui Reininho, Marco Paulo e Sofia Aparício foram apenas algumas das figuras públicas nacionais que plantaram recentemente árvores no Bussaco. Também uma equipa de futebol dos Emirados Árabes Unidos e um grupo de investigadores chineses plantaram uma árvore, recentemente, no Bussaco.

Recorde-se que todo o trabalho de limpeza e reabilitação da Mata decorre no âmbito do projeto BRIGHT - “Bussaco´s Recovery from Invasions Generating Habitat Threats”, com o apoio do Programa LIFE+. Com a sua execução, a FMB visa a conservação/valorização de um habitat relíquia: o adernal, cuja distribuição mundial se circunscreve aos escassos hectares existentes no Bussaco; o controlo/erradicação de flora exótica invasora que ameaça o adernal e demais espécies/habitats da Mata, através de trabalhos de continuidade centrados no ensaio e aplicação de novas práticas de controlo, dirigidas a espécies arbóreas e herbáceas, algumas das quais nunca aplicadas no contexto nacional e outras apenas a escalas mais reduzidas; o envolvimento ativo, nas atividades de conservação/valorização e controlo/erradicação, de diversos públicos e entidades, e da sociedade civil em geral (residentes, alunos, turistas, entre outros), com a perspetiva de assegurar o exercício de uma cidadania ativa e responsável em prol da conservação da natureza e da biodiversidade.

Bussaco, 10 de abril de 2017

Eládio Clímaco plantou uma árvore, hoje, na Mata Nacional do Bussaco (Luso, Mealhada) e, sem esconder alguma emoção pela oportunidade de plantar a sua primeira árvore em 75 anos de vida, não poupou elogios à imponência e ao esplendor da floresta e à monumentalidade do seu património edificado, nomeadamente o Palácio do Bussaco, o Convento de Santa Cruz e a Via-Sacra.

O ex-apresentador de televisão, conhecido do grande público sobretudo pela apresentação dos Festivais RTP da Canção e dos Jogos sem Fronteiras, assim como pela locução portuguesa do Festival Eurovisão da Canção, plantou um azereiro (Prunus lusitanica), na Fonte do Carregal, na presença do presidente da Câmara Municipal da Mealhada, Rui Marqueiro, da vereadora Arminda Martins e de alguns fãs, nomeadamente um casal de Cascais que, em dia de comemoração dos seus 38 anos de casamento, fez questão de assistir à plantação.

Bussaco, 7 de maio de 2017

O padre Vítor Melícias plantou uma árvore, hoje, na Mata Nacional do Bussaco (Luso, Mealhada) e não poupou elogios à imponência e ao esplendor da floresta e à monumentalidade do seu património edificado, nomeadamente o Palácio do Bussaco e o Convento de Santa Cruz.

O religioso franciscano, que já foi agraciado com a grande oficial da Ordem de Benemerência (1983), o Prémio Nacional de Solidariedade (1986) e a grã-cruz da Ordem do Mérito (1993), plantou um azereiro (Prunus lusitanica), na Fonte do Carregal, na presença do presidente da Câmara Municipal da Mealhada, Rui Marqueiro, do presidente da Fundação Mata do Bussaco, António Gravato, e de um um grupo de fãs.
No final da visita ao Bussaco, Vítor Melícias, presidente de honra da Confederação Internacional das Misericórdias, visitou, a convite do presidente da Câmara Municipal, Rui Marqueiro, o Hospital da Santa Casa da Misericórdia da Mealhada.

Bussaco, 18 de maio de 2017

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