A jornalista Paula Magalhães, da TVI, plantou uma árvore, hoje, na Mata Nacional do Bussaco. O momento foi presenciado, entre outros, pelo presidente da Câmara Municipal da Mealhada, Rui Marqueiro, pelo presidente da Fundação Mata do Bussaco, António Gravato, pelo marido da jornalista, Luís Marinho (ex-administrador da RTP), e pelo jornalista José Manuel Portugal (ex-diretor de Informação da RTP).

Bussaco, 27 de julho de 2017

 Paula Magalhães

 


- Projeto foi apresentado, hoje, na Mata Nacional do Bussaco

A Mata Nacional do Bussaco vai ter uma Grande Rota pedonal com três trajetos que convergem para o seu interior: um a partir da Mealhada, outro que parte de Penacova e um terceiro com origem em Mortágua. O projeto, que foi apresentado ontem, no Convento de Santa Cruz, procura colocar o Bussaco nas rotas do turismo de natureza, património e cultura.

A “ Grande Rota do Bussaco” é composta por três percursos, oriundos dos concelhos que circundam a Mata, com cerca de 20 quilómetros cada, e de dificuldade média, que, por entre serras e declives, conduzirá os visitantes ao núcleo central da Mata Nacional do Buçaco. O projeto une os três municípios – Mealhada, Mortágua e Penacova – e mereceu o apoio da Comunidade Intermunicipal – Região de Coimbra, do Instituto de Conservação da Natureza e Florestas e da Agência de Desenvolvimento Gardunha 21/ Inature, entidades que assinaram, hoje, no Convento de Santa Cruz, na Mata Nacional do Bussaco (Luso, Mealhada) o “Compromisso do Bussaco”, um documento de intenções para a valorização da Mata Nacional e Serra do Bussaco.
O documento define como objetivos a “promoção e valorização da Mata Nacional do Bussaco, tornando-a um motor de desenvolvimento dos concelhos”, a “valorização do potencial endógeno do território” e a “dinamização da Mata e Serra do Bussaco em cooperação com instituições e agentes económicos”. Para a concretização dos mesmos, todas as entidades se comprometem com iniciativas de promoção, divulgação e sensibilização e com a “estruturação da oferta turística, de uma forma integrada”. O projeto centra-se no património natural, mas também do arquitetónico e até imaterial, cruzando-se com o projeto da rota das batalhas napoleónicas.
António Gravato, presidente da Fundação Mata do Bussaco, explicou que o projeto da Grande Rota do Bussaco – Corredor de Património Natural da Região de Coimbra foi amplamente discutido, nomeadamente com juntas de freguesia e outras instituições, enquanto João Ataíde, presidente da CIM – RC, sublinhou o enquadramento numa premissa de desenvolvimento de um produto turístico interligado com outras ofertas turísticas da região de Coimbra.
Pedro Machado, Presidente da Turismo Centro Portugal, saudou “a cooperação das três autarquias na criação deste produto turístico estruturado” que vai ao encontro das últimas tendências do turismo internacional que procura experiências assentes na natureza, nas experiências e na descoberta de territórios para além do sol e praia.
Já o presidente da Câmara da Mealhada, Rui Marqueiro, que falou também em nome d dos seus colegas de Mortágua e Penacova, sublinhou a ligação histórico-cultural entre estes três municípios dos distritos de Aveiro, Coimbra e Viseu, com o ponto fulcral que é a Mata Nacional e Serra do Buçaco, adiantando que agora a urgência é a de avançar com os trabalhos.
Os três municípios irão dar seguimentos às obras necessárias para a criação dos três trajetos que constituem a Grande Rota, num projeto global que mereceu o financiamento do Portugal 2020 e Feder.

Bussaco, 23 de junho 2017

 

Com o intuito de assinalar o Dia Mundial do Ambiente, que se comemorou no passado dia 5, cerca de meia centena de alunos, pais, professores e auxiliares dos Jardins de Infância da Quinta de Valongo e do Carqueijo reuniram-se na Mata Nacional do Bussaco. As atividades, realizadas no âmbito da Ação D.7 do projeto BRIGHT, incluíram plantações de vinca e de um ulmeiro adulto e culminaram com um passeio de grupo até às Portas de Coimbra. Um dia raro de convívio e repleto de animação que uniu os participantes em torno de uma causa imperiosa: consciencializar a comunidade para a necessidade de proteger o meio ambiente como forma de assegurar a sustentabilidade de um planeta cada vez mais ameaçado.

Bussaco, 7 de junho 2017

 

Um dos mais multifacetados cantores portugueses da atualidade, vencedor da última edição do concurso da TVI "A tua cara não me é estranha", plantou uma árvore, dia 6 de junho 2017, na Mata Nacional do Bussaco.

Bussaco. 6 de junho 2017

David Antunes

- A iniciativa decorreu no âmbito de uma reunião de trabalho de preparação a uma candidatura comunitária conjunta.

O alcaide de Béjar, Alejo Riñones Rico, e o Jefe del Servicio de Planificación y Estudios de la Consejería de Cultura y Turismo de la Junta de Castilla y León, Jesús del Val Recio, plantaram duas árvores na Mata Nacional do Bussaco. A ação de reflorestação, presenciada pelo presidente da Câmara Municipal da Mealhada, Rui Marqueiro, e pelo presidente da Fundação Mata do Bussaco, António Gravato, foi precedida de uma reunião de preparação de uma candidatura ibérica que, entre outros, visa tornar a Mata do Bussaco mais acessível a pessoas em cadeira de rodas ou com problemas de locomoção.

Bussaco, 13 de maio de 2017

 

 

O padre Vítor Melícias plantou uma árvore, hoje, na Mata Nacional do Bussaco (Luso, Mealhada) e não poupou elogios à imponência e ao esplendor da floresta e à monumentalidade do seu património edificado, nomeadamente o Palácio do Bussaco e o Convento de Santa Cruz.
O religioso franciscano, que já foi agraciado com a grande oficial da Ordem de Benemerência (1983), o Prémio Nacional de Solidariedade (1986) e a grã-cruz da Ordem do Mérito (1993), plantou um azereiro (Prunus lusitanica), na Fonte do Carregal, na presença do presidente da Câmara Municipal da Mealhada, Rui Marqueiro, do presidente da Fundação Mata do Bussaco, António Gravato, e de um um grupo de fãs.
No final da visita ao Bussaco, Vítor Melícias, presidente de honra da Confederação Internacional das Misericórdias, visitou, a convite do presidente da Câmara Municipal, Rui Marqueiro, o Hospital da Santa Casa da Misericórdia da Mealhada.

Bussaco, 18 de maio de 2017

 Padre Vítor Melícias

 

Eládio Clímaco plantou uma árvore, hoje, na Mata Nacional do Bussaco (Luso, Mealhada) e, sem esconder alguma emoção pela oportunidade de plantar a sua primeira árvore em 75 anos de vida, não poupou elogios à imponência e ao esplendor da floresta e à monumentalidade do seu património edificado, nomeadamente o Palácio do Bussaco, o Convento de Santa Cruz e a Via-Sacra.
O ex-apresentador de televisão, conhecido do grande público sobretudo pela apresentação dos Festivais RTP da Canção e dos Jogos sem Fronteiras, assim como pela locução portuguesa do Festival Eurovisão da Canção, plantou um azereiro (Prunus lusitanica), na Fonte do Carregal, na presença do presidente da Câmara Municipal da Mealhada, Rui Marqueiro, da vereadora Arminda Martins e de alguns fãs, nomeadamente um casal de Cascais que, em dia de comemoração dos seus 38 anos de casamento, fez questão de assistir à plantação.

Bussaco, 7 de maio 2017

 Eládio clímaco5 

- Músico e mágico elogiaram a imponência da Mata Nacional

Rui Veloso e Luís de Matos plantaram duas árvores, ontem à tarde, na Mata Nacional do Bussaco (Luso, Mealhada) e não pouparam rasgados elogios à imponência e ao esplendor da floresta e do seu património edificado.
O músico do Porto plantou um azereiro (Prunus lusitanica), na Fonte do Carregal, junto ao Palácio do Bussaco. Logo de seguida, mesmo ao lado, a meia dúzia de metros de distância, o mágico plantou um cedro (Cupressus lusitanica).
As plantações decorreram num ambiente de grande animação e bom humor, sob a presença dos presidentes da Câmara Municipal da Mealhada, Rui Marqueiro, e da Fundação Mata do Bussaco, António Gravato, e de um grupo de fãs das duas figuras públicas.
Um fã de Rui Veloso brincou com o músico e compositor, provocando-o em alta voz, com sotaque a denunciar a sua origem do norte: “não percebes nada de agricultura. Nem sabes pegar numa enxada!”. O músico não perdeu tempo a responder, provocando risos nos presentes: “anda cá que eu ensino-te a pegar numa guitarra!”.
Já Luís de Matos mostrou mais jeito para plantar árvores e, por isso, ouviu algumas “bocas” de Rui Veloso: “vê lá se fazes desaparecer a minha árvore!”. Recorde-se que o ilusionista tem o curso de Produção Agrícola e chegou mesmo a ser docente na Escola Superior Agrária de Coimbra.
Esta iniciativa de plantação de árvores enquadra-se no projeto de reflorestação que a FMB tem vindo a desenvolver na referida Mata Nacional, que é candidata à classificação de Património Mundial da UNESCO e foi a primeira floresta pública portuguesa a receber a certificação FSC (gestão florestal ambientalmente adequada, socialmente benéfica e economicamente viável).
Pedro Abrunhosa, Marisa Liz (Amor Electro), Assunção Cristas, Maria de Belém, José Cid, Rui Reininho, Marco Paulo e Sofia Aparício foram apenas algumas das figuras públicas nacionais que plantaram recentemente árvores no Bussaco. Também uma equipa de futebol dos Emirados Árabes Unidos e um grupo de investigadores chineses plantaram uma árvore, recentemente, no Bussaco.

Recorde-se que todo o trabalho de limpeza e reabilitação da Mata decorre no âmbito do projeto BRIGHT - “Bussaco´s Recovery from Invasions Generating Habitat Threats”, com o apoio do Programa LIFE+. Com a sua execução, a FMB visa a conservação/valorização de um habitat relíquia: o adernal, cuja distribuição mundial se circunscreve aos escassos hectares existentes no Bussaco; o controlo/erradicação de flora exótica invasora que ameaça o adernal e demais espécies/habitats da Mata, através de trabalhos de continuidade centrados no ensaio e aplicação de novas práticas de controlo, dirigidas a espécies arbóreas e herbáceas, algumas das quais nunca aplicadas no contexto nacional e outras apenas a escalas mais reduzidas; o envolvimento ativo, nas atividades de conservação/valorização e controlo/erradicação, de diversos públicos e entidades, e da sociedade civil em geral (residentes, alunos, turistas, entre outros), com a perspetiva de assegurar o exercício de uma cidadania ativa e responsável em prol da conservação da natureza e da biodiversidade.

Bussaco, 10 de abril de 2017

Luís M

Hoje, elementos do Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente (SEPNA) do Destacamento da GNR de Anadia, o comandante do referido Destacamento, o comandante da GNR da Mealhada e alguns militares deste posto plantaram árvores na Mata Nacional do Bussaco.
A Fundação Mata do Bussaco agradece a simpatia da GNR e enaltece a disponibilidade e o interesse manifestados pelo SEPNA no estabelecimento de uma relação de proximidade mais profícua entre as duas instituições.

Bussaco, 21 de março de 2017

 

 

 

- Registadas mais 20 mil entradas na floresta do que em 2015

- Alguns turistas vieram da Índia, Indonésia, Islândia, Líbano e Tailândia

Segundo os dados da Fundação Mata do Bussaco (FMB), a esmagadora maioria das 250.328 pessoas que entraram na perímetro murado da serra, entre 1 de janeiro e 31 de dezembro de 2016, fizeram-no de automóvel. Ao todo, o ano passado, entraram 32.943 veículos ligeiros na Mata, ou seja, mais 1.400 do que em 2015, ano em que entraram no Bussaco 230.486 pessoas.
Portugal continua a ser o pais que mais visitantes atrai à Mata Nacional do Bussaco, seguido de França, Espanha, Alemanha, Israel, Holanda, Brasil, Estados Unidos da América, Inglaterra e Bélgica.
Embora em muito menor número, o certo é que em 2016 o Bussaco foi igualmente visitado por turistas de países, na opinião da FMB, “completamente inesperados”, de que são exemplo Albânia, Arábia Saudita, Bósnia, Eslovénia, Índia, Indonésia, Islândia, Letónia, Líbano, Ucrânia e Tailândia.
“O último ano tem sido absolutamente excecional, com muitos indicadores positivos. Temos vindo a registar um crescendo de procura por parte do público nacional e sobretudo internacional, um aumento significativo de visibilidade e notoriedade. Estamos no bom caminho. Sentimos que conseguimos fazer justiça ao Bussaco, colocando-o no ‘mapa’”, afirma António Gravato, presidente da FMB.
Recorde-se que o “Deserto dos Carmelitas Descalços e Conjunto Edificado do Palace do Bussaco” fazem parte da lista indicativa de locais com pretensões ao reconhecimento de Património Mundial da UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura). No próximo dia 16, a FMB e a Câmara Municipal da Mealhada irão apresentar publicamente, na Bolsa de Turismo de Lisboa (BTL), o projeto de candidatura do Bussaco à UNESCO, que é coordenado por uma empresa especializada, paga com fundos europeus, através do consórcio regional da Estratégia de Eficiência Coletiva Provere iNature - Turismo Sustentável em Áreas Classificadas.
Rui Marqueiro, presidente do Município da Mealhada - a instituição que mais apoio tem vindo a oferecer ao Bussaco -, considera que “é de elementar justiça que se olhe para este património histórico, cultural, religioso e militar com outros olhos e se empreste outra atenção a uma floresta que tem uma fauna e flora riquíssimas e guarda mais de uma centena de edifícios relevantes (a única via-sacra no Mundo à escala de Jerusalém, por exemplo”.
Na opinião do autarca, “é completamente injusto que este espaço fabuloso ainda não tenha sido declarado Monumento Nacional, o que abriria desde logo novos horizontes na captação de fundos para requalificar o património edificado e manter a vasta zona florestal”.
O diploma que eleva a Mata a Monumento Nacional ficou pronto ainda durante a passagem de João Soares pela Cultura e aguarda homologação em Conselho de Ministros.
Com 105 hectares, a Mata Nacional do Bussaco foi plantada pela Ordem dos Carmelitas Descalços no século XVII, encontrando-se delimitada pelos muros erguidos pela ordem para limitar o acesso.
Atualmente classificado como Imóvel de Interesse Público, o conjunto monumental do Bussaco apresenta um núcleo central formado pelo Palace Hotel do Bussaco (instalado desde 1917 num pavilhão de caça dos últimos reis de Portugal) e pelo Convento de Santa Cruz, a que se juntam as ermidas de habitação, as capelas de devoção e os Passos que compõem a Via-Sacra, a Cerca com as Portas, o Museu Militar e o monumento comemorativo da Batalha do Bussaco.
Os cruzeiros, as fontes (com destaque para a Fonte Fria com a sua monumental escadaria) e as cisternas, os miradouros e as casas florestais, compõem o vasto conjunto do património.

Bussaco, 12 de março 2017

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