- Músico e mágico elogiaram a imponência da Mata Nacional

Rui Veloso e Luís de Matos plantaram duas árvores, ontem à tarde, na Mata Nacional do Bussaco (Luso, Mealhada) e não pouparam rasgados elogios à imponência e ao esplendor da floresta e do seu património edificado.
O músico do Porto plantou um azereiro (Prunus lusitanica), na Fonte do Carregal, junto ao Palácio do Bussaco. Logo de seguida, mesmo ao lado, a meia dúzia de metros de distância, o mágico plantou um cedro (Cupressus lusitanica).
As plantações decorreram num ambiente de grande animação e bom humor, sob a presença dos presidentes da Câmara Municipal da Mealhada, Rui Marqueiro, e da Fundação Mata do Bussaco, António Gravato, e de um grupo de fãs das duas figuras públicas.
Um fã de Rui Veloso brincou com o músico e compositor, provocando-o em alta voz, com sotaque a denunciar a sua origem do norte: “não percebes nada de agricultura. Nem sabes pegar numa enxada!”. O músico não perdeu tempo a responder, provocando risos nos presentes: “anda cá que eu ensino-te a pegar numa guitarra!”.
Já Luís de Matos mostrou mais jeito para plantar árvores e, por isso, ouviu algumas “bocas” de Rui Veloso: “vê lá se fazes desaparecer a minha árvore!”. Recorde-se que o ilusionista tem o curso de Produção Agrícola e chegou mesmo a ser docente na Escola Superior Agrária de Coimbra.
Esta iniciativa de plantação de árvores enquadra-se no projeto de reflorestação que a FMB tem vindo a desenvolver na referida Mata Nacional, que é candidata à classificação de Património Mundial da UNESCO e foi a primeira floresta pública portuguesa a receber a certificação FSC (gestão florestal ambientalmente adequada, socialmente benéfica e economicamente viável).
Pedro Abrunhosa, Marisa Liz (Amor Electro), Assunção Cristas, Maria de Belém, José Cid, Rui Reininho, Marco Paulo e Sofia Aparício foram apenas algumas das figuras públicas nacionais que plantaram recentemente árvores no Bussaco. Também uma equipa de futebol dos Emirados Árabes Unidos e um grupo de investigadores chineses plantaram uma árvore, recentemente, no Bussaco.

Recorde-se que todo o trabalho de limpeza e reabilitação da Mata decorre no âmbito do projeto BRIGHT - “Bussaco´s Recovery from Invasions Generating Habitat Threats”, com o apoio do Programa LIFE+. Com a sua execução, a FMB visa a conservação/valorização de um habitat relíquia: o adernal, cuja distribuição mundial se circunscreve aos escassos hectares existentes no Bussaco; o controlo/erradicação de flora exótica invasora que ameaça o adernal e demais espécies/habitats da Mata, através de trabalhos de continuidade centrados no ensaio e aplicação de novas práticas de controlo, dirigidas a espécies arbóreas e herbáceas, algumas das quais nunca aplicadas no contexto nacional e outras apenas a escalas mais reduzidas; o envolvimento ativo, nas atividades de conservação/valorização e controlo/erradicação, de diversos públicos e entidades, e da sociedade civil em geral (residentes, alunos, turistas, entre outros), com a perspetiva de assegurar o exercício de uma cidadania ativa e responsável em prol da conservação da natureza e da biodiversidade.

Bussaco, 10 de abril de 2017

Luís M

Hoje, elementos do Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente (SEPNA) do Destacamento da GNR de Anadia, o comandante do referido Destacamento, o comandante da GNR da Mealhada e alguns militares deste posto plantaram árvores na Mata Nacional do Bussaco.
A Fundação Mata do Bussaco agradece a simpatia da GNR e enaltece a disponibilidade e o interesse manifestados pelo SEPNA no estabelecimento de uma relação de proximidade mais profícua entre as duas instituições.

Bussaco, 21 de março de 2017

 

 

 

- Registadas mais 20 mil entradas na floresta do que em 2015

- Alguns turistas vieram da Índia, Indonésia, Islândia, Líbano e Tailândia

Segundo os dados da Fundação Mata do Bussaco (FMB), a esmagadora maioria das 250.328 pessoas que entraram na perímetro murado da serra, entre 1 de janeiro e 31 de dezembro de 2016, fizeram-no de automóvel. Ao todo, o ano passado, entraram 32.943 veículos ligeiros na Mata, ou seja, mais 1.400 do que em 2015, ano em que entraram no Bussaco 230.486 pessoas.
Portugal continua a ser o pais que mais visitantes atrai à Mata Nacional do Bussaco, seguido de França, Espanha, Alemanha, Israel, Holanda, Brasil, Estados Unidos da América, Inglaterra e Bélgica.
Embora em muito menor número, o certo é que em 2016 o Bussaco foi igualmente visitado por turistas de países, na opinião da FMB, “completamente inesperados”, de que são exemplo Albânia, Arábia Saudita, Bósnia, Eslovénia, Índia, Indonésia, Islândia, Letónia, Líbano, Ucrânia e Tailândia.
“O último ano tem sido absolutamente excecional, com muitos indicadores positivos. Temos vindo a registar um crescendo de procura por parte do público nacional e sobretudo internacional, um aumento significativo de visibilidade e notoriedade. Estamos no bom caminho. Sentimos que conseguimos fazer justiça ao Bussaco, colocando-o no ‘mapa’”, afirma António Gravato, presidente da FMB.
Recorde-se que o “Deserto dos Carmelitas Descalços e Conjunto Edificado do Palace do Bussaco” fazem parte da lista indicativa de locais com pretensões ao reconhecimento de Património Mundial da UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura). No próximo dia 16, a FMB e a Câmara Municipal da Mealhada irão apresentar publicamente, na Bolsa de Turismo de Lisboa (BTL), o projeto de candidatura do Bussaco à UNESCO, que é coordenado por uma empresa especializada, paga com fundos europeus, através do consórcio regional da Estratégia de Eficiência Coletiva Provere iNature - Turismo Sustentável em Áreas Classificadas.
Rui Marqueiro, presidente do Município da Mealhada - a instituição que mais apoio tem vindo a oferecer ao Bussaco -, considera que “é de elementar justiça que se olhe para este património histórico, cultural, religioso e militar com outros olhos e se empreste outra atenção a uma floresta que tem uma fauna e flora riquíssimas e guarda mais de uma centena de edifícios relevantes (a única via-sacra no Mundo à escala de Jerusalém, por exemplo”.
Na opinião do autarca, “é completamente injusto que este espaço fabuloso ainda não tenha sido declarado Monumento Nacional, o que abriria desde logo novos horizontes na captação de fundos para requalificar o património edificado e manter a vasta zona florestal”.
O diploma que eleva a Mata a Monumento Nacional ficou pronto ainda durante a passagem de João Soares pela Cultura e aguarda homologação em Conselho de Ministros.
Com 105 hectares, a Mata Nacional do Bussaco foi plantada pela Ordem dos Carmelitas Descalços no século XVII, encontrando-se delimitada pelos muros erguidos pela ordem para limitar o acesso.
Atualmente classificado como Imóvel de Interesse Público, o conjunto monumental do Bussaco apresenta um núcleo central formado pelo Palace Hotel do Bussaco (instalado desde 1917 num pavilhão de caça dos últimos reis de Portugal) e pelo Convento de Santa Cruz, a que se juntam as ermidas de habitação, as capelas de devoção e os Passos que compõem a Via-Sacra, a Cerca com as Portas, o Museu Militar e o monumento comemorativo da Batalha do Bussaco.
Os cruzeiros, as fontes (com destaque para a Fonte Fria com a sua monumental escadaria) e as cisternas, os miradouros e as casas florestais, compõem o vasto conjunto do património.

Bussaco, 12 de março 2017

- Candidatura apresentada, hoje, na BTL

Meio milhão de visitantes/ano até três anos após a classificação do Bussaco como Património Mundial da UNESCO é a meta que a Fundação Mata do Bussaco e a Câmara Municipal da Mealhada consideram perfeitamente alcançável caso a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura aprove a candidatura que foi publicamente apresentada, hoje, na Bolsa de Turismo de Lisboa (BTL), e que será submetida a apreciação superior no prazo máximo de um ano.

“O ‘Deserto dos Carmelitas Descalços e Conjunto Edificado do Palace do Bussaco’ congregam um património de incomensurável valor cultural, histórico, patrimonial, religioso, militar e natural. Há aqui uma riqueza fabulosa e única, no seu género, em todo o Mundo. Ora, tendo a UNESCO inventado, em 1972, a noção de Património Mundial para proteger os sítios de valor universal excecional, com os excelentes resultados publicamente conhecidos, consideramos que é de elementar justiça que o Bussaco mereça esta distinção”, considera Rui Marqueiro, presidente da Câmara Municipal da Mealhada.

Para além do prestígio e da justiça da classificação UNESCO, o presidente da Fundação Mata do Bussaco, António Gravato, fala em números: “em 2016, mais de 250 mil pessoas, provenientes de 55 países, visitaram a Mata Nacional do Bussaco, o que representou um aumento de entradas na ordem dos 9% face a 2015. Acreditamos que, com o selo de Património Mundial e a avaliar pelos exemplos de Coimbra, Sintra, Porto, Alto Douro Vinhateiro, e Guimarães, iremos registar um aumento de procura, num horizonte de dez anos, de 300%”.

“Acreditamos que, para além do prestígio da distinção e da justiça do reconhecimento por parte da UNESCO, a classificação do Bussaco trará vantagens demográficas (aumento do número de fluxos migratórios, maior mobilidade e envolvimento das comunidades locais - Luso-Bussaco-Mealhada - em operações integradas e geração de valor identitário das populações à volta da Mata Nacional do Bussaco”, afirma Rui Marqueiro.

O autarca fala também em vantagens ambientais: “aumento da capacidade de preservação, conservação e proteção dos recursos florísticos; reforço das iniciativas de investigação na proteção da Mata Nacional do Bussaco; capacidade de prevenção na gestão de recursos hídricos inerentes ao microclima; potenciação de consciencialização ambiental das comunidades locais e visitantes”.

O presidente da Câmara da Mealhada salienta ainda as vantagens socioeconómicas decorrentes do selo UNESCO: “aumento da capacidade de atração do território envolvente à Mata (Luso, Mealhada, Aveiro e Coimbra); geração de riqueza no consumo de serviços e produtos locais e regionais; capitalização dos jovens com formação académica e profissional especializada; fixação de novos residentes na região, decorrente da criação de negócios”.

Por último, Rui Marqueiro sublinha as vantagens turísticas: “geração de emprego decorrente do aumento da procura em serviços de apoio ao turista; reforço do posicionamento do Centro de Portugal no Património Mundial da UNESCO; aumento da capacidade de criação de negócios do cluster turístico e de visitação (alojamento, restauração, animação e accomodities/ facilities)”.

António Gravato lembra que “o Bussaco é uma paisagem construída pelo Homem, não só pela importação e plantação de espécies arbóreas e arbustivas indígenas e exóticas, como também pela construção de elementos arquitetónicos de diferentes períodos da História portuguesa, configurando a Mata numa simbiose perfeita do trinómio Homem-Natureza-Cultura”.

“Após a classificação da UNESCO, acreditamos que, no prazo de dez anos, iremos passar das atuais mil camas para 1500, e das atuais 80 mil dormidas anuais para 160 mil, o que contribuirá para um aumento importante na percentagem de dormidas registadas na região Centro”, afirma o presidente da Fundação.

Bussaco, 16 de março 2017

 

Nos dois últimos Trilhos Invasoras realizados na Mata Nacional do Bussaco, no âmbito do Projeto BRIGHT - Bussaco’s Recovery of Invasions Generating Habitat Threats, os participantes puderam comprovar os avanços no combate às plantas exóticas invasoras e de seguida voluntariaram-se no sentido de dar uma ajuda nos trabalhos existentes. Assim, realizaram descasque de acácias, remoção de Tradescantia fluminensis e plantações de árvores autóctones.

Se quiser contribuir para a melhoria da Mata, contacte-nos: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. - 231 937 000

Bussaco, 3 de março de  2017 

Trilhos bright

A Fundação Mata do Bussaco recebeu, hoje, um cheque da Fundação Jumbo para a Juventude, no valor de 19.945 euros, que serão integralmente investidos num projeto artístico designado de “MataBoo”.
O referido projeto, submetido ao concurso “Juntos pela Juventude”, dará a oportunidade a centenas de crianças, sobretudo as socialmente mais desfavorecidas, de serem artistas pela primeira vez e de pela primeira vez subirem a um palco, nos dias 24 e 25 de junho de 2017, na Mata do Bussaco, com uma produção cénica/teatral muito profissional, graças à ajuda da experiente Associação Escolíadas e ao apoio logístico da Câmara da Mealhada.

Bussaco, 23 de fevereiro de 2017

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A atriz e ex-modelo Sofia Aparício, à semelhança de outras personalodades nacionais, plantou uma árvore na Mata Nacional do Bussaco (Luso, Mealhada). Uma iniciativa enquadrada no projeto de reflorestação que a Fundação Mata do Bussaco tem vindo a desenvolver na referida Mata Nacional, que é candidata à classificação de Património Mundial da UNESCO.

Bussaco, 22 de fevereiro de 2017 

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Os atores e humoristas José Pedro Gomes e António Machado plantaram duas árvores (cedro do Bussaco e azereiro, respetivamente), hoje, dia 3 de fevereiro, na Mata Nacional do Bussaco.

Esta iniciativa de plantação de árvores, que decorreu num ambiente de permanente boa disposição e bom humor, enquadra-se no projeto de reflorestação que a Fundação Mata do Bussaco tem vindo a desenvolver na referida Mata Nacional, que é candidata à classificação de Património Mundial da UNESCO e foi a primeira floresta pública portuguesa a receber a certificação FSC (gestão florestal ambientalmente adequada, socialmente benéfica e economicamente viável). Pedro Abrunhosa, Marisa Liz (Amor Electro), Assunção Cristas, Maria de Belém, José Cid, Rui Reininho e Marco Paulo foram apenas algumas das figuras públicas nacionais que plantaram recentemente árvores no Buçaco. Também uma equipa de futebol dos Emirados Árabes Unidos e um grupo de investigadores chineses plantaram uma árvore, este ano, no Buçaco.

Recorde-se que todo o trabalho de limpeza e reabilitação da Mata decorre no âmbito do projeto BRIGHT – "Bussaco´s Recovery from Invasions Generating Habitat Threats", com o apoio do Programa LIFE+.

 Bussaco, 4 de janeiro de 2017

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O cabeleireiro Eduardo Beauté plantou uma árvore (carvalho alvarinho), hoje, na Mata Nacional do Bussaco (Luso, Mealhada). Na iniciativa “amiga do ambiente”, o socialite fez-se acompanhar dos seus três filhos - Bernardo, Lurdes e Eduardo -, que também fizeram questão, cada um deles, de plantar uma árvore.

Eduardo Beauté ficou encantado com o património histórico, cultural, arquitetónico e sobretudo com a fauna e flora que encontrou nos 105 hectares da Mata Nacional do Bussaco. “Já tenho três filhos, estou a escrever um livro sobre os meus 50 anos de vida. Só me faltava mesmo plantar uma árvore. Ter oportunidade de o fazer numa floresta tão bonita e mágica como esta, ainda para mais na presença e com a colaboração dos meus filhos, é fantástico e eu só posso agradecer a quem proporcionou este momento inesquecível”, afirmou o cabeleireiro dos famosos logo após assinar o livro de honra da Fundação Mata do Bussaco (FMB), a entidade que gere todo o património da referida mata.
Já o presidente da FMB, António Gravato, o vice-presidente da Câmara Municipal da Mealhada, Guilherme Duarte, e o presidente da Junta de Freguesia de Luso, Claudemiro Semedo, que fizeram questão de assistir à plantação das quatro árvores, elogiaram "o gesto simbólico, mas de grande importância pedagógica”, de Eduardo Beuaté e dos seus filhos, desafiando-os a visitar regularmente o Bussaco e a acompanhar à distância o crescimento das árvores, uma vez que estas estão georreferenciadas e as coordenadas GPS foram facultadas num certificado de plantação.

Foto de Fundação Mata do Buçaco.

Esta iniciativa de plantação de árvores enquadra-se no projeto de reflorestação que a FMB tem vindo a desenvolver na referida Mata Nacional, que é candidata à classificação de Património Mundial da UNESCO e foi a primeira floresta pública portuguesa a receber a certificação FSC (gestão florestal ambientalmente adequada, socialmente benéfica e economicamente viável).

Pedro Abrunhosa, Marisa Liz (Amor Electro), Assunção Cristas, Maria de Belém, José Cid, Rui Reininho e Marco Paulo foram apenas algumas das figuras públicas nacionais que plantaram recentemente árvores no Bussaco. Também uma equipa de futebol dos Emirados Árabes Unidos e um grupo de investigadores chineses plantaram uma árvore, este ano, no Bussaco.
Recorde-se que todo o trabalho de limpeza e reabilitação da Mata decorre no âmbito do projeto BRIGHT - “Bussaco´s Recovery from Invasions Generating Habitat Threats”, com o apoio do Programa LIFE+. Com a sua execução, a FMB visa a conservação/valorização de um habitat relíquia: o adernal, cuja distribuição mundial se circunscreve aos escassos hectares existentes no Buçaco; o controlo/erradicação de flora exótica invasora que ameaça o adernal e demais espécies/habitats da Mata, através de trabalhos de continuidade centrados no ensaio e aplicação de novas práticas de controlo, dirigidas a espécies arbóreas e herbáceas, algumas das quais nunca aplicadas no contexto nacional e outras apenas a escalas mais reduzidas; o envolvimento ativo, nas atividades de conservação/valorização e controlo/erradicação, de diversos públicos e entidades, e da sociedade civil em geral (residentes, alunos, turistas, entre outros), com a perspetiva de assegurar o exercício de uma cidadania ativa e responsável em prol da conservação da natureza e da biodiversidade.

Fotografias: Ana Ribeiro / CAPhoto

Bussaco, 22 de janeiro de 2017

 

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